quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Essa tal matemática (mais) Molusco sem credibilidade = CPMF zero

Mesmo articulando, tentando angariar os 49 infâmes necesários para o tributo da CPMF continuar sustentando tudo menos a saúde, que era a principal razão pra tal peculiaridade existir, não deu certo e o presidente Luis Inácio Molusco da Silva bebeu do próprio veneno.


Por volta das 2 hs da manhã, o presidente tampão "Garibaldo", que assumiu recentemente a presidência da Vila Sésamo de brasília, no lugar de Renan Cafalheiros, anunciou com cara de tristeza que não rolou.

Não deu certo, nem com cartinha, nem com articulaçõesinhas durante a semana, e o que se viu é que mesmo adiando a votação para os articuladores fazerem suas manobras políticas e conseguirem o que queria, adiaram foi a CPMF.

Não é só isso, a tal carta que alguém redigiu pro nosso presidente pois das duas uma, ou ele estava breaco e não conseguiria escrever, ou de fato ele não sabe mesmo escrever, mostra que o Molusco está sem credibilidade nenhuma na praça.

É presidente viu como é bom.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

C P M F - Pra que adiar.

Pra que decidirem um dia para a votação, se, o dia marcado será adiado já que ainda não conseguiram a maioria dos votos.
Pra que então ter um dia de votação, se antes mesmo desse dia chegar já se sabe o resultado. Pra que voto secreto se já se sabe quem será a favor e quem será contra.
Pra que oposição.
Pra que decidir se podemos não decidir.
Pra que ter quórum, se quando o tiver faltarão "pessoas importantes".
Pra que CPMF?
Pras essa última nós sabemos bem a resposta, maaaas pra que responder.

domingo, 9 de dezembro de 2007



Lá estão eles, secretamente em maioria absoluta, votando para o bem-estar da nação não é?

Antes fosse, essa maioria absoluta foi para inocentar mais um companheiro político e colega não só de profissão como provavelmente de artigos penais os quais são suspeitos, e a ironia maior da coisa é que por coincidência ou não os julgados e pela maioria inocentados são os que usufruem de cargos maiores e grotescamente chamados de cargos de confiânça.

Confiança de quem?

Com certeza, daqueles com que dividem o bolo ou a pizza, mas a culpa jamais. Sem falar nos sorrisos sarcásticos nas suas bem lustradas caras-de-pau.

Monopólio das empresas de comunicação em Alagoas? Tenta a sorte tiosinho, aqui quem menos corre vôa.